Justiça social pressupõe mais do que igualdade formal. Requer instituições capazes de reconhecer assimetrias, garantir direitos sociais, ampliar oportunidades e distribuir de forma responsável os benefícios e os encargos do desenvolvimento.
O eixo articula Direito, políticas públicas, economia, sustentabilidade e participação social. Seu foco é compreender como regras, instituições e decisões públicas ou privadas podem enfrentar exclusões persistentes sem perder segurança jurídica, eficiência e responsabilidade fiscal.
A atuação orientada por justiça social considera pessoas e territórios, incorpora evidências e valoriza soluções cooperativas. O objetivo é aproximar garantias constitucionais da realidade cotidiana e fortalecer uma cultura de solidariedade, trabalho digno e inclusão produtiva.

